.'cuz everybody dies but not everybody lives...
...JUST
FLY
FAR
AWAY
~

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I came to win, to fight,
to conquer, to thrive.
I came to win, to survive,
to prosper, to rise.
To fly ~
× Íntimo Impessoal versão Butterfly ×
You lie to yourself but you do it so well, that when you speak the truth you no longer can tell. The difference is slim between truth and forswear, but it means everything when you don’t know it’s there. You spout out the truth when you hang with your friends, but when you’re alone, the honesty ends. Your mind races through every single solution... It can’t seem to grasp onto one resolution. So you tell it to rest and fall into a dream, where concepts are simple; things are what they seem. This is what you do best, pretending to be free, to life and its grip and its reality.
Só pra quem pode.Estava relaxando sobre o céu azul de uma tarde de domingo como se nada mais importasse realmente. Em sua cabeça, filosofava sobre as coisas incertas da vida, a questão do tempo, as freqüentes manifestações da Coreia do Norte e aquela tal gripe que assolava a vida da humanidade... Acabou adormecendo: aquele realmente não era seu mundo.
Foi pra longe, como sempre faz. Além da colina cercada por bolotas de algodão bem alvo como num filme que passa na Sessão da Tarde. Sorriu, mas não se viu sorrindo, só sentia que seus lábios se abriam de forma que mostrasse todos os dentes, e no sonho do sono, adormeceu entre as nuvens com uma respiração profunda. E esse, e ela sabia, era o estado em que a gente pensa que "apagou", só que na verdade, nossa alma desprende-se do corpo em busca dos outros seres vagantes...
... e cantamos, dançamos, conversamos futilidades, fazemos novos amigos, discutimos assuntos importantes, falamos outras línguas, aprendemos com os mais sábios... enfim, nos divertimos e em poucas horas, voltamos novamente para o nosso corpo.
E despertou, lembrando-se apenas daquelas nuvens que flutuavam no topo da montanha. Nem passava pela sua cabeça que havia corrido o mundo com tantas outras pessoas que nem ao menos conhecia.
Melhor que amigos de carne e osso, são os amigos de alma.
E eles existem.
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Estudante de Comunicação, nasceu em Salvador, Bahia, Brasil. Dona de um sorriso indecifrável e de uma cabeleira castanha igual aos olhos. Nem magra, nem gorda, nem um pouco normal e muito menos estranha. Feminista, cínica quando dá, fofa sem perceber, apesar de odiar. Nunca namorou, mas já se apaixonou como toda boa garota aos seus treze anos. Boa aluna, má amiga, e péssima filha as vezes. Fala pouco, observa sempre, opina com certeza. Ainda a procura de um perfil decente que a descreva melhor.
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A garotinha que acredita. Aquela que também mente. A mulher que não sabe amar. O pensamento impaciente. A sonhadora super inconstante e delinqüente. A criadora imprudente. A real e imaginaria. A tola visionária. A que tarda, mas não falha. A vontade que sobrepõe a força. A força que desaba perante raras lágrimas. Aquela que sorri mesmo na tristeza. A falsa incerteza. O querer e o não poder. O olhar e o não ver. O sentir e o não tocar. A mais bela mentira a se contar. Não faço de mim o que sou, mas faço do que sou pedaços de mim. Viver de faces nem sempre é tão fácil afinal, tudo é tão íntimo e impessoal.
Glaucci Enne

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